Resistências populares do séc. XXI enfrentam o capitalismo neomoderno
 
 

A imensa maioria da humanidade vive de seu próprio trabalho. E além de todos os desafios inerentes à obtenção honesta do sustento social precisa, ainda, encontrar força e inteligência para enfrentar o parasitismo capitalista dominador e agressivo dos tempos atuais.
O capitalismo, claro, é um sistema de exploração do trabalho social nada solidário, dominador e agressivo desde sua origem. Ocorre que a variante atual tem o desespero das feras feridas, após a divulgação militante da descoberta da crise ecológica mundial.
 
 

A humanidade pôs em cheque o capitalismo ao difundir a percepção de que os custos sociais da irracionalidade sistêmica, benéfica para uma minoria ínfima, são jogados para cima das maiorias. Os desperdícios e aberrações da economia anti-democrática dos parasitas capitalistas estão devastando os recursos e o ambiente naturais de tal forma que colocam uma nova ameaça fatal para a maior parte do gênero humano.

Daí o caráter profundamente libertário e humanista que assumem as resistências populares e democráticas às inúmeras agressões produzidas pelo modo capitalista atual. O Fórum Social Mundial, a Revolução Bolivariana e os governos de perfil esquerdista, democrático e popular, anti-neoliberais, ganham um caráter civilizatório diante da barbárie que surge da apropriação da riqueza das sociedades por poucos dominadores.

 
 
 
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